OS QUE PENSAM QUE VENCERAM: 4. Henri de Lubac S.J., um “mestre” que nunca foi discípulo

OS QUE PENSAM QUE VENCERAM: 4. Henri de Lubac S.J., um “mestre” que nunca foi discípulo

SÍ SÍ NO NO – Adelante la Fe | Tradução: Airton Vieira — O primeiro passo da «nouvelle théologie» para despedir-se da Tradição dogmática da Igreja é o abandono da filosofia escolástica e este passo, o vimos no número precedente, foi dado por Maurice Blondel. O segundo passo é o abandono da teologia católica tradicional e quem deu este segundo passo foi Henri de Lubac.

Renasce o milenarismo

Renasce o milenarismo

Pe. João Batista de A. Prado Ferraz Costa | Capela Santa Maria das Vitórias – No centenário das aparições de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em consequência de interpretações equivocadas das revelações feitas pela Virgem Santíssima em Fátima e em La Salette, em razão também da confusão gerada pelas explicações dadas aos segredos confiados aos videntes, em razão, outrossim, de outras aparições não reconhecidas pela Igreja (verdadeiras ou falsas), igualmente em virtude de interpretações temerárias dos escritos de São Luís Maria Grignion de Montfort, ressurge em nossos dias o erro do milenarismo, também conhecido como quiliasmo. Com efeito, os tempos aflitivos em que vivemos, carregados de tribulações as mais diversas, geram um caldo de cultura propício para o milenarismo. O fato é que hoje há muitos católicos vivendo o devaneio da próxima chegada de um grande rei católico que restabeleça a ordem social cristã assegurando um longo período de paz e prosperidade.

A grande apostasia dos Estados: renunciar à confessionalidade católica

A grande apostasia dos Estados: renunciar à confessionalidade católica

Javier Navascués – Adelante la Fe | Tradução: Airton Vieira — Se o Estado deseja estar seguro de não apartar-se minimamente das normas morais da lei natural, necessita, como necessitamos os indivíduos, o auxílio da revelação cristã e o juízo definitivo e infalível da Igreja.

OS QUE PENSAM QUE VENCERAM: 3. A “nova” filosofia de M. Blondel

OS QUE PENSAM QUE VENCERAM: 3. A “nova” filosofia de M. Blondel

SÍ SÍ NO NO | Adelante la Fe | Traduzido por Airton Vieira — Passamos agora aos santos padres da «nova teologia».

O primeiro passo da «nouvelle théologie» para despedir-se da teologia católica tradicional e, portanto, da tradição dogmática é, o temos visto, o abandono da filosofia escolástica. Não deve por isto surpreender se Urs von Balthasar, ao sustentar que «o inferno existe, mas está vazio» apele, entre outros, a Maurice Blondel (veja-se sì sì no no, 15 de novembro de 1992, p. 1). Este filósofo, que, apesar de suas aspirações e de seus «amigos», ocupa um espaço muito modesto na história da filosofia, ocupa, em troca, um lugar muito importante na história do neomodernismo ou «nouvelle théologie».

Criacionismo e Evolucionismo

Criacionismo e Evolucionismo

Dom Fernando Rifan — A Pastoral da Educação da nossa Administração Apostólica promoveu, nesse mês de março, um simpósio sobre Criacionismo e Evolucionismo, uma série de quatro palestras e apresentação de vários filmes, com debates sobre o assunto, para os professores dessa área específica. De tudo o que foi apresentado nesse simpósio, poderíamos resumidamente dizer:

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