OS QUE PENSAM QUE VENCERAM: 3. A “nova” filosofia de M. Blondel

OS QUE PENSAM QUE VENCERAM: 3. A “nova” filosofia de M. Blondel

SÍ SÍ NO NO | Adelante la Fe | Traduzido por Airton Vieira — Passamos agora aos santos padres da «nova teologia».

O primeiro passo da «nouvelle théologie» para despedir-se da teologia católica tradicional e, portanto, da tradição dogmática é, o temos visto, o abandono da filosofia escolástica. Não deve por isto surpreender se Urs von Balthasar, ao sustentar que «o inferno existe, mas está vazio» apele, entre outros, a Maurice Blondel (veja-se sì sì no no, 15 de novembro de 1992, p. 1). Este filósofo, que, apesar de suas aspirações e de seus «amigos», ocupa um espaço muito modesto na história da filosofia, ocupa, em troca, um lugar muito importante na história do neomodernismo ou «nouvelle théologie».

Igrejas Católicas para Homens: “Vocês Não São Bem-vindos Aqui”

Igrejas Católicas para Homens: “Vocês Não São Bem-vindos Aqui”

Mr. Jason Craig – Those Catholic Men, TCM | Tradução: Sensus Fidei — Intrigado com uma coisa chamada “movimento pelos direitos dos homens” encomendei alguns livros por ativistas do movimento (tudo por mulheres, curiosamente). Oferecendo uma teoria alternativa para explicar a razão pela qual os homens estão ausentes, distantes e irresponsáveis, eles afirmam que os homens não estão abandonando as responsabilidades tradicionais, mas simplesmente estão “em greve”. A alegação é de que os homens são muito lógicos e, se a sociedade diz que eles são desnecessários ou perigosos, então eles se afastam da sociedade em associações de jogadores, solteiros perpétuos ou simplesmente desmotivam-se no sofá-batata-frita (o último é tratado extensivamente em Boys Adrift: The Five Factors Driving the Growing Epidemic of Unmotivated Boys and Underachieving Young Men, pelo Dr. Leonard Sax).

A Confissão Bem Feita Provoca Transportes de Alegria

A Confissão Bem Feita Provoca Transportes de Alegria

Pe. Élcio Muricci | Zelo zelatus sum — Caríssimos, peço que não julguem ser fruto de puro sentimentalismo o que agora vou escrever. A alegria que vem de uma santa confissão, máxime de uma confissão geral bem feita, é algo que sobrepuja todo entendimento humano, é divino, é sobrenatural. Quantos e quantas que antes da confissão choravam de tristeza, após a confissão, choravam de alegria! E digo mais: esta alegria inefável, enche também o coração do confessor. Basta pensarmos no seguinte: uma alma sair das garras do demônio e ser colocada nas mãos de Deus, Nosso Pai e Senhor! Deixar o caminho que conduzia ao inferno e passar a trilhar o que conduz ao céu. Vale a pena estendermos as nossas reflexões sobre tema tão agradável ao coração humano!

Não ter medo de fazer boas obras

Não ter medo de fazer boas obras

Instituto do Bom Pastor, São Paulo – SP — No Evangelho de hoje, vemos Cristo expulsar um demônio e logo em seguida ser atacado pelos fariseus. Cristo faz uma obra boa e, como recompensa, é atacado. Esse é um exemplo claro para não termos medo de fazer boas obras, mesmo quando elas desagradam alguns. É impossível agradar a todos quando fazemos ou falamos algo, pois o mundo é bipartido entre os filhos da Virgem e os filhos da Serpente, ou entre a Cidade de Deus e a Cidade dos Homens, na imagem consagrada por Santo Agostinho.

OS QUE PENSAM QUE VENCERAM: 2. Verdadeira e falsa restauração

OS QUE PENSAM QUE VENCERAM: 2. Verdadeira e falsa restauração

SÍ SÍ NO NO – Adelante la Fe | Traduzido por Airton Vieira — Os que pensam que «venceram» são os neomodernistas fiéis à linha (se assim pode chamar-se) dos padres fundadores da «nouvelle théologie» ou «nova teologia» e, especialmente, à linha (tortuosa e obscura) traçada pelo jesuíta Henri de Lubac e pelo ex-jesuíta Hans Urs von Balthasar. «Se exaltam os expoentes da nova teologia como se fossem eles a pedra angular da Igreja» escreveu com razão o pensador Mons. Julio Meinvielle («De la cábala al progresismo», ed. Calchaqui, Salta (Argentina), 1970).

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