81% dos jovens apóstatas são produto das escolas primárias públicas, enquanto que 92% provêm de secundárias públicas

Nota do tradutor: Ontem falou-se sobre a islamização universitária. Hoje vemos um sacerdote através de uma pesquisa descobrir o que já estava completamente nu. Mas o dito ainda vale: antes tarde que nunca. Que acordemos do sono imberbe.

8/01/17 16:32
(Gaudium Press/InfoCatólica)Tradução Frei Zaqueu – O Sacerdote Peter M. J. Stravinskas, fundador da Sociedade Sacerdotal Beato Cardeal John Henry Newman, analisou os resultados de um preocupante estudo que assinala que as crianças e jovens perdem a fé nos Estados Unidos dos 10 aos 17 anos, e assinalou a importância de iniciar uma educação autenticamente católica para reverter esta tendência.

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«Não surpreende que os jovens católicos educados em escolas públicas abandonem a fé», afirmou em um artigo para «The Catholic Educator». O sacerdote assinalou vários exemplos nos que um entorno educativo católico evita a confusão dos menores ante uma cultura contrária à fé.

A educação católica protege a fé das crianças e aclara as dúvidas frente a uma suposta contradição entre a fé e a razão. Apesar de que os resultados do estudo são alarmantes (uns 63% de quem deixam a fé o fazem dos 10 aos 17 anos e só uns 13% admite que tenha possibilidade de regressar à Igreja), o Pe. Stravinskas explicou que só uns 19% dos entrevistados estudou em uma escola primária católica, e só uns 8 por cento estudou a secundária em uma escola católica.

«Colocando-o de forma mais contundente, 81% dos jovens apóstatas são produto das escolas primárias públicas, enquanto que 92% provêm de secundárias públicas», afirmou.

O sacerdote declarou que não o surpreendem os resultados, já que as escolas públicas têm um histórico de ser entornos hostis à fé.

«Não só a religião é ignorada, mas também quando é discutida, em demais lugares é acusada de ser a causa da ignorância e a guerra», explicou. A solução para este problema é educar às crianças em um entorno favorável à fé, no qual possam conhecer que não existe contradição entre a fé e a razão».

Exemplos oferecidos de como isto se pratica nos Estados Unidos incluem classes em que ao tocar o tema da astronomia se citam as referências bíblicas aos astros, o reconhecimento dos grandes aportes de cientistas católicos (quase todos sacerdotes), o ensino dos diferentes métodos para conhecer a verdade e sua complementariedade, a explicação da moral da Igreja sobre o aborto nas classes que expõem o desenvolvimento embrionário e fetal, entre outros. Para praticar estas propostas, é necessário contar com escolas católicas: «Estes cenários não têm lugar em nenhuma escola de governo em nenhum momento», advertiu.

O Pe. Stravinskas concluiu seu artigo advertindo aos pais de família sobre o grave risco para a fé que significa escolher uma escola que não é compatível com a fé e recomendou aos crentes apoiar ativamente a educação católica, assim como aos Bispos e sacerdotes continuar denunciando os perigos que os fiéis correm nas escolas públicas.

Publicado com informação da Sociedade Cardeal Newman.

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Fonte: http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=28247

Em Washington, Estados Unidos: Sacerdote propõe escolas católicas como solução à deserção precoce da fé

2 ideias sobre “Em Washington, Estados Unidos: Sacerdote propõe escolas católicas como solução à deserção precoce da fé

  • 11 de janeiro de 2017 em 00:53
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    Grande parte dos professores são comunistas, e não perdem tempo em destruir a fé. Eu passei por isso, desde os anos 80. Até mesmo em cursos técnicos os professores interrompem a aula para difamar a Igreja e os dogmas. A partir de 1994 tornou-se rotina!

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  • 10 de janeiro de 2017 em 11:50
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    A família – e a catequese dentro do lar – deve ser mais influente que a escola.

    Resposta

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