Ao compararmos as mais variadas correntes doutrinárias e filosóficas de todas as organizações anticristãs, veremos que elas estão fortemente conectadas com a propagação do Naturalismo, que começa a nascer a partir do século XVI, passando pelo XVII e parte do século XIX, onde se vê uma exaltação da natureza do homem e o desprezo militante para com a ordem Sobrenatural

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  • Combate entre o bem e o mal
  • O Naturalismo imposto como uma “nova espiritualidade humanista e social”
  • Uma luta teológica
  • Erro que comprometeu nossa civilização
  • Moral que exclui toda ideia religiosa
  • Densa esperança nas coisas da terra
  • Demolição de todo o edifício cristão conforme o conhecemos
  • Naturalismo como as regras da sociedade e senso comum das massas

Sensus fidei: Desde que nossa civilização foi cristianizada ao longo de dois mil anos, e desde que para combatê-la seria expôr-se em demasia, foi necessário que algumas privilegiadas mentalidades radicalmente contrárias e refratárias aos princípios cristãos, motivadas por interesses de dominação, pela soberba e a rebeldia luciferina agissem, sob o ímpeto do ódio e da revolta, do véu do segredo e da dissimulação, conspirando através de associações e sociedades secretas, lançassem seus invisíveis tentáculos em todos os centros de poder terreno. Por fundamentarem-se na mentira, no erro e na ambição desmedida, esses inimigos da humanidade, irmanados por pactos e juramentos de sangue, acobertados pelo segredo e a penumbra de seus conventículos, motivados por criminosas utopias revolucionárias passam a cooptar homens livres e ingênuos que se consentem em assumir o papel de marionetes a serviço de um propósito político-espiritual, cuja meta radicalmente anticristã é desconhecida ou, pelo menos, mal compreendida pela a maioria dos seus membros. O que caracteriza a nova fase de um embate que não se resume em mera luta de poder, mas no próprio combate entre o bem e o mal. Independentemente de seus objetivos exotéricos ou públicos, a maioria dessas sociedades concentra seus esforços numa única meta: a concentração de poder político, econômico e intelectual nas mãos desse pequeno grupo de indivíduos seletos e desconhecidos, cujos membros, discretamente, interferem na dinâmica da vida global, influenciando radicalmente os aspectos material e espiritual dos povos.

Por trás do processo de destruição de nossa civilização a ostensiva evidência desse poder maligno organizado e insano passa a arquitetar, orquestrar e a lucrar, nos bastidores da história injustiças, revoluções, guerras, escravidão, fome, caos social e todo tipo de dominação, afetando toda a sociedade das nações. Esse poder maligno organizado esmera-se em excitar e potencializar a natureza humana decaída, escravizando-a ainda mais para os seus nefastos propósitos.

Combate entre o bem e o mal

Disso resulta que dois campos contrários entram em conflito: um que combate pela Verdade e a virtude, outro que luta pelo contrário da Verdade e da virtude, porque prescinde de Deus e combate contra Deus. Em uma ampla cosmovisão cristã da história poderíamos dizer que esse confronto, que se origina na dimensão das ideias e dos propósitos, estende-se do Genesis ao Apocalipse, conforme didaticamente esclarece Pe. Alfredo Sáenz, S.J., ao explicar a histórica encíclia Humanum Genus do Papa Leão XIII, promulgada em 20 de abril de 1884, ao expor à luz de Cristo as errôneas doutrinas da mais influente de todas as sociedades secretas (cf. p. 297).[1]

Por isso, quando comparamos as mais variadas correntes doutrinárias e filosóficas de todas as organizações anticristãs, veremos que elas estão fortemente conectadas com a propagação do Naturalismo. Uma doutrina que começa a nascer a partir do século XVI, passando pelo XVII e parte do século XIX, onde se vê uma exaltação da natureza do homem e o desprezo militante para com a ordem Sobrenatural.

O Naturalismo é um movimento que visa erradicar do homem toda a visão do Sobrenatural, impelindo-o a crer que nada mais há do que a ordem natural. Assim, tudo o que é chamado de sobrenatural é tido por superstição, utopia, devendo ser removido da face do homem de certa cultura, do homem “iluminado” pela “luz da razão”, que não admite a transcendência.

O Naturalismo entende que o homem se basta em si mesmo e com suas próprias forças poderá solucionar todos os seus problemas e todos os problemas da sociedade. Se não com suas forças exclusivas, com as forças de toda a sociedade unida. A união dessas forças, imaginam, fatalmente culminará com o homem alcançando a sua felicidade aqui mesmo na terra, rejeitando assim a verdadeira felicidade que se alcança em plenitude no Reino dos Céus, conforme ensinado por Nosso Senhor.

O Naturalismo imposto como uma “nova espiritualidade humanista e social”

Leão XIII, objetiva e inspiradamente, expõe a perversidade da maior heresia de todos os tempos. E por isso, o anticristo, que será uma figura política, em nome de uma nova espiritualidade humanista e social imporá a doutrina do Naturalismo em todo o mundo. De modo que poucos serão os que resistirão, como nos previne o Apocalipse. Porque quase todo o mundo viverá sob a luz dessa mentalidade naturalista. O que significa que o último reino, o do anticristo, será erigido e unificado pela crença em uma utopia contrária e rebelada aos verdadeiros desígnios de Deus e Suas soberanas leis.

É nesse sentido que, de maneira inédita, em sua encíclica Humanum Genus, o Papa Leão XIII desmascara publicamente a mãe de todas as sociedades secretas, a Franco-Maçonaria, cuja razão de ser se reduz a traduzir em atos e leis as teorias do Naturalismo. Ou seja, essa associação de influência global labora para implantar o Naturalismo nas almas, nos corações e nas sociedades, no estado civil e nos atos individuais das pessoas, levando o Naturalismo à prática, fazendo com que deixe de ser uma doutrina teórica de mesa e passe a ser uma doutrina convocante, inserida nos corações dos homens e das sociedades.

O principal fundamento dessa heresia é que a natureza humana e a razão natural do homem deverão ser, em tudo, soberanas absolutas, e a ordem sobrenatural uma ideia inadmissível. Daí o seu culto à “luz da razão”, fechando-se a toda verdade que, de uma forma ou de outra, possa transcendê-la, já que tal verdade, caso existisse, implicaria num rebaixamento dessa soberania.

Para essa heresia, agora dominante, já não há lugar para a Revelação Divina. E, por conseguinte, carecem de sentido os dogmas religiosos, desde que o dogma precisamente é uma verdade vinda do alto e que assume o magistério da Igreja que, por sua vez a propõe como uma verdade doutrinária infalível, justamente por ter sido revelada sobrenaturalmente, por inspiração divina. Para essa heresia, a adesão confiante à fé na Redenção oferecida por Cristo na Cruz ou a simples crença nos Sacramentos por Ele mesmo instituídos, por exemplo, diminuiriam a soberania da razão humana.

Uma luta teológica

Na verdade, a Mãe de todas as sociedades secretas, movimentos e utopias revolucionárias em sua primeira estratégia, não se lança em ataque direto contra a Igreja, nem revela sua intenção de destruir o Cristianismo e o Catolicismo. A Maçonaria desfere, antes de tudo, seu ataque por meio da propagação do Naturalismo. E isso é o que deve ficar claro, desde que a maioria dos maçons e ocultistas afirmam crer em um deus, desejam a felicidade e o bem-estar humano, e exatamente por isso, a crença em um ser supremo (impessoal) — embora tolerada nos graus maçônicos iniciantes sob uma alegoria subjetivista exclusivamente simbólica, com objetivo de cooptar adeptos deístas — a crença em Deus não é exigida para os adeptos racionalistas, agnósticos e até mesmo radicalmente refutada por algumas Grandes Lojas como o Grande Oriente da França e outras.

O tema central da Maçonaria é propagar o Naturalismo e não lutar contra a Igreja. Combater contra a Igreja está em segundo plano. Sua luta é contra a Revelação, contra o Sobrenatural. Uma vez que a razão de ser da Maçonaria inicialmente não é lutar contra a Igreja, mas, sim implantar o Naturalismo no mundo, isso implica como consequência atacar o principal defensor da ordem sobrenatural que é a Igreja Católica. Na verdade, trata-se de uma luta teológica e não de uma luta sociológica ou política, que se possa explicar por razões temporais, mas que se desenrola em âmbito muito mais profundo.

Erro que comprometeu nossa civilização

A Maçonaria, sociedades, associações e organizações secretas, semi-secretas ou anônimas afins, dela derivadas, sob seu patrocínio ou inspiração, propõem a rebelião contra o Sobrenatural, do racionalismo contra a Revelação, da razão humana contra a Fé Divina. Uma vez destruído ou relativizado o conceito fundamental da realidade de Deus, caem por terra, por falta de sustento, não tão somente todos os conjuntos de verdades sobrenaturais, negadas a priori pelos maçons — já que todo o sobrenatural não existe — mas também se atenta contra as mesmas verdades naturais, que se sustentam na ordem sobrenatural. Tamanho erro comprometeu nossa civilização.

Ideias naturalistas difundidas como a negação dos conceitos cristãos da criação do universo ou a providência divina, por exemplo, levam ao falso raciocínio de que o mundo marcha livremente (laicismo), o que leva a negação da imortalidade da alma — como alguns maçons negam ou reinterpretam equivocadamente; ou levam ainda à indiferença em relação a prêmio e castigo na outra vida.

Santo Agostinho ensina que o homem que resiste em se deixar elevar ao Sobrenatural, inevitavelmente se degradará até animalizar-se. Não existe, portanto, um naturalismo absoluto, um humanismo quimicamente puro. Um homem quimicamente puro não existe, lembra-nos Pe. Saenz ao explicar a encíclica de Leão XIII. O homem foi criado para transcender-se, para elevar-se a Deus pela graça santificante. Do contrário, pelo pecado, ele se degrada, animalizando-se. Ao fechar-se para o suprarracional, o homem torna-se infrarracional.

Assim, toda a soberania humanista apregoada pela Maçonaria — a soberania desse Homem com letra maiúscula, a soberania dos direitos humanos, a soberania da democracia, a soberania do povo — nada mais representam do que seu vazio, sua vacuidade total. O Naturalismo é um atentado contra a inteligência que, ao fechar-se para a verdade sobrenatural, torna-se, por assim dizer, castrada. E como a vontade segue a inteligência também a vontade se atrofia.

Moral que exclui toda ideia religiosa

As três fontes ou verdades de onde brotam toda a moral e toda justiça são, segundo o ensinamento da Igreja, em primeiro lugar um Deus criador e governador, providente do mundo; em segundo lugar uma lei eterna, que manda conservar em ordem natural e proíbe perturbá-la; e, finalmente, o fim último do homem que se encontra além de todas as realidades humanas, uma vez que ele se encontra peregrino nessa vida terrena. “Homo ad Deum ordinatur!”, diz Santo Tomás. “A finalização do homem é Deus”.

O Naturalismo e a Maçonaria, ao suprimir a ciência moral e o direito, tornam-nos destituídos de todo fundamento e defesa. Com efeito, a única moral reconhecida pela seita maçônica é a chamada moral cívica, independente e livre — mas uma moral que exclui toda ideia religiosa.

Ao negar a natureza do homem inclinada ao pecado, decorrente do pecado original, esse iluminismo ou racionalismo conduz necessariamente ao erro de que o homem nasce naturalmente bom, conforme sofisma o filósofo iluminista e precursor do Romantismo, Jean Jacques Rousseau, e quem o corrompe e o arruína seria a sociedade e não sua natureza decaída. Assim, nesse falso raciocínio de que o homem nasce naturalmente bom, por que então refrear suas paixões ou mortificar seus instintos? Deve-se dar livre curso às tendências do homem, dar-lhe livre curso porque seus instintos seriam bons. Portanto, não é necessário o domínio de si mesmo, como dizem os cristãos, que é fruto de um combate interior prolongado e de uma firme constância em superar-se e dominar-se abrindo-se ao auxílio da graça. A Maçonaria e todo o laicismo por ela insuflado ressuscitam a velha ideia de que o homem é capaz, unicamente pela força de sua vontade, de readquirir a retidão natural — única para ele concebível — porque não necessita da ajuda sobrenatural de Deus que não crê, assim como somente pela força de sua razão pode alcançar a plenitude da verdade.

Densa esperança nas coisas da terra

Desse falso raciocínio, recorda-nos Pe. Sáenz, resulta uma densa esperança nas coisas da terra. Assim o matrimônio, não reconhecido como sacramento diante de Deus, deve ser assumido como mero contrato social e o divórcio a rescisão desse contrato. A irreligião para crianças e adolescentes, configurada na imposição de um pensamento laicista global nas escolas e instituições, cujo objetivo é criminosamente ocultar os sagrados deveres que unem sobrenaturalmente o homem para com Deus e a base de toda formação dos corações infanto-juvenis. Na política, eliminando todo e qualquer influxo cristão sobre a ordem temporal.

Com a separação da Igreja e do Estado, e a concepção maçônica a vida em cidadania, surge então o conceito liberal de política. O Liberalismo, portanto, é filho direto da Maçonaria, que ao promover o estado liberal preparava o caminho para o socialismo marxista e, consequentemente, a tese e a antítese Capitalismo x Socialismo/Comunismo resultará na síntese de uma Nova Ordem Mundial. Um Estado socialista totalitário, em permanente estado de rebelião à ordem estabelecida pelo Criador, onde o homem se faz deus e senhor de sua liberdade — ainda que fatalmente sob um governo despótico e tirânico, cerceador de sua verdadeira natureza, valores e liberdade como criatura de Deus.

Politicamente, essas mudanças e transtornos são buscados propositalmente por muitas associações comunistas e socialistas às quais a Maçonaria favorece e aplica os princípios fundamentais de sua doutrina, financiadas por elites capitalistas liberais que agem por trás dos bastidores. Os Papas anteriores ao Concílio Vaticano II, consumiram-se denunciando estes erros.

Demolição de todo o edifício cristão conforme o conhecemos

Veremos que todos os sistemas socialistas derivados do Naturalismo e do Liberalismo, sob a legação de um falso pretexto de busca pelo “consenso democrático” na verdade se legitimam e governam unicamente sobre o dissenso. Em outras palavras, através da criação ou potencializão de conflitos sociais ou lutas de classe. Partindo de premissas justas mas como finalidades distorcidas e relativistas, acima da alegada defesa das chamadas “minorias excluídas” sociais, o princípio revolucionário subjacente será sempre a incitação do negro contra o branco, a mulher contra o homem, jovens contra adultos, empregado contra patrão, homossexuais contra cristãos, etc. Uma vez acionados e potencializados esses conflitos, e com a consequente fragilização dos vínculos sociais, surge a necessidade da busca de solução por meio de um líder salvador, de uma “mudança”, uma revolução radical que destrua o sistema vigente, reconfigurando-o a partir de ideologias e utopias experimentais.

Para que essa revolução se estabeleça é necessário desmoralizar, desestabilizar ou mesmo infiltrar todas as instituições tradicionais cuja finalidade primordial é manter a sociedade estável por promoverem a solução dos conflitos sociais. Essas instituições tradicionais são a família, a religião, o estado e o direito de propriedade. Para alcançar suas metas, esses sistemas socialistas servem-se de militantes inescrupulosos e megalomaníacos, verdadeiros fantoches descartáveis, moralmente débeis e criminosamente corruptos. Essas personalidades carismáticas, inflamadas e catalisadoras de simpatia, que emergem no cenário político, possuem uma visão distorcida da realidade. Acreditam-se “transformadores do mundo” mas nada mais são do que articulados tipos oportunistas, caçadores de prestígio e vantagens que o poder político sempre confere. Finalmente, para que esse sistema socialista seja definitivamente instalado, uma vez que não é possível quebrar os pilares da sociedade e fazer com que ela permaneça intacta, o resultado inevitável será a subjugação do povo. Primeiramente, por meio da espoliação do patrimônio nacional, do caos social seguido do derramamento de sangue, ou pela subjugação passiva por meio da subversão cultural. Por tudo isso, é necessário perceber e avaliar os danos causados pela heresia que está por trás do Naturalismo maçônico e do consequente Liberalismo, das demais utopias e movimentos revolucionários e anticristãos dele derivados, como se instalam, servindo-se até mesmo de conceitos religiosos e espirituais. E, sobretudo, como se consolidaram como o novo dogma da Civilização do Homem, cuja característica essencial é demolir todo o edifício cristão conforme o conhecemos.

Naturalismo como regras da sociedade e senso comum das massas

Mas essa principal heresia, que é a fonte oculta do Naturalismo, não é facilmente observável para os espíritos bem intencionados, embora desavisados, que já engoliram sua isca. Essa heresia apresenta-se travestida em metáforas, pressupostos filosóficos, antigas cosmogonias e mitologias, simbolismos e alegorias, gradualmente revestindo todo e qualquer sentido de transcendência sob a “luz” de um livre-pensamento, mas despojado da verdadeira Fé, porque destituído da concepção teológica e filosófica agostiniana-tomista, norteadora do pensamento da civilização cristã, elevado e conciliado com o melhor da cultura antiga. O despojamento dessa fé cristã fatalmente abrirá caminho para a idolatria, a superstição e o consequente antropoteísmo, ou seja, o culto do homem.

O pensamento naturalista/iluminista, detonador da Revolução Francesa que pretensiosamente procurou elevar a razão acima de qualquer outra coisa sob a falaciosa bandeira Liberté, Egalité, Fraternité, transformou-se em uma reação radical e permanente contra a ordem moral, além de germe de todas as revoluções posteriores.

Leão XIII, exercendo seu ministério petrino, teve o mérito de desmascarar mundialmente a Franco Maçonaria e a raiz de suas heresias. Ao desmascarar essa discreta e influente associação globalista, os poderes supra-institucionais que a controlam decidiram mudar sua tática, passando a agir de maneira “conciliadora” sob a máscara de “diálogo sobre pontos comuns” com a ala modernista do clero. Há algum tempo, prelados progressistas acolhiam com simpatia os princípios humanistas, ecumênicos e igualitários maçônicos que, posteriormente, triunfariam no Concílio Vaticano II.

Mas, fundamental mesmo, além de reconhecer esses erros e heresias, é observar o quanto já os assimilamos. E, com honestidade e frieza, detectar em que níveis funcionamos através deles. Sobretudo, se ainda somos capazes de assumir o quanto nos tornamos coniventes, propagadores e mesmo defensores desses princípios dissolventes, agora concretizados como regras da sociedade e norteadores do senso comum das massas que agonizam sob os seus efeitos.

Notas:

[1]               Cf. Conferência La Masoneria, realizada pelo Pe. Alfredo Sáenz S.J. sobre a Maçonaria em Sant Josep TV, da qual condensamos excertos no presente tópico. Cf. https://www.youtube.com/watch?v=Do4XBJS4mO8

Cf. Vaticano: CARTA ENCÍCLICA HUMANUM GENUS DO SUMO PONTÍFICE PAPA LEÃO XIII

A Igreja Católica sempre condenou a “seita maçónica”. Primeiro foi o Papa Clemente XII, em 1738. Depois deste, todos os Pontífices renovaram a condenação, as sanções, as admoestações.

Principais encíclicas contra a Maçonaria:
– PROVIDAS de Bento XIV de 18.5.1751;
– ECCLESIAM de Pio VII de 13.9.1821;
– QUO GRAVIORA, C. A. de Leão XII de 13.3.1825;
– TRADITI de Pio VIII de 24.5.1829;
– QUI PLURIBUS de Pio IX de 9.11.1846;
– QUIBUS QUANTISQUE de Pio IX de 20.4.1849;
– HUMANUM GENUS de Leão XIII de 20.4.1884;
– PASCENDI de S. Pio X de 8.9.1907.
– Bento XIV abençoa a trabalho de Mons. Jouin: “Contra as seitas inimigas da religião”.
– Pio XII, em 24 de Julho de 1958, denunciou a Maçonaria como raiz do ateísmo científico, do materialismo, da dialéctica, do racionalismo, do laicismo.
– O Papa João XXIII, em 1960, recordou ao Sínodo Romano: «Em quanto concerne à seita maçónica, os fiéis devem recordar-se que a pena estipulada no Código de Direito Canónico (cân. 2335) está ainda em vigor.
– Em 5 de Janeiro de 1954, o Santo Ofício condenou uma obra do Grão-mestre da Maçonaria austríaca.
– Em 20 de Fevereiro de 1959, a Assembleia Plenária dos Cardeais, Arcebispos e Bispos argentinos, publicou uma “Declaração” em que recordava a condenação formal dos Papas Clemente XII e São Pio X.
– Com a nova orientação da Igreja, confirmada pelo maçom Ives Marsaudon com a virada do Vaticano II, guiado por João XXIII, primeiro, e depois por Paulo VI, o qual adotou repentinas posições ecumênicas e liberais para com a Maçonaria.

A encíclica que expôs a “mãe” da principal heresia que fundamentou a civilização anticristã

Uma ideia sobre “A encíclica que expôs a “mãe” da principal heresia que fundamentou a civilização anticristã

  • 16 de janeiro de 2016 em 21:29
    Permalink

    “Os Papas anteriores ao Concílio Vaticano II, consumiram-se denunciando esses erros…” nem precisava dizer mais nada.
    A maçonaria fez o que bem entendeu no CV II. E teve sucesso até agora. Mas Quem guarda a Igreja Católica não dorme.

    Resposta

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